Selo com mais de 2.600 anos com o nome de uma mulher é encontrado em Jerusalém

Durante as escavações que a IAA (Autoridade de Antiguidades de Israel) estava realizando em Jerusalém, foi encontrado um selo com o nome de uma mulher, datado de mais de 2.600 anos, época do Primeiro Templo de Jerusalém.

No selo, feito de pedra semipreciosa, está gravado o nome “Elihana Bat Gael” e foi encontrado dentro de um grande edifício junto com outro selo com um nome masculino. Foi interpretado pelos arqueólogos que esse lugar era um edifício administrativo.

Nessa época, os selos eram usados como assinatura para documentos administrativos e também como um documento oficial para mostrar status da propriedade e sua posição social.

Uma curiosidade interessante sobre os selos, era que muitas vezes eles eram colocados em anéis para serem transportados com mais facilidade. Bem mais prático, não acham?

Nesse selo em específico, está escrito em letras Hebraicas Antigas: “Para Elihana filha de Gael”.

Olhem como é interessante que a Elihana (dona do selo) recebeu o nome do seu pai (Gael).

O Dr. Haggai Misgav, da Universidade Hebraica de Jerusalém afirma que “Esses dados também provavelmente indicam o status relativamente alto de certas mulheres, que dependiam da família de origem e não da família do marido. É possível que elas tenham mantido sua independência econômica após o casamento; mas não temos informações suficientes sobre a lei na Judéia durante esse período”.

Haggai foi o responsável por decifrar o selo e disse também que selos pertencentes à mulheres são uma pequena minoria.

E para finalizarmos, os escritos desse selo são semelhantes as linhas inscritas nos antigos selos Amonitas, o que pode indicar que a pessoa que gravou as letras nesse selo é estrangeiro, ou que a própria Elihana também seja de origem estrangeira.

E aí? O que achou dessa descoberta fantástica?

Eu particularmente achei surpreendente e fiquei muito empolgada em ver algo pertencente à uma mulher daquela época, algo que é difícil de se achar com tanta precisão.

Fonte: Israël Archéologie e Asrar7days.

E aí? Me conte o que achou do post!